A força dos micro e pequenos empreendimentos

Pesquisa revela que 52% dos empregos formais no País, são de responsabilidade das micro e pequenas empresas.
Ao lado dos microempreendedores individuais (MEIs), as micro e pequenas empresas (MPEs) vêm se apresentando, nos últimos anos, como o grande motor da economia brasileira. As MPEs constituem, sozinhas, 99% do total de empresas e respondem por 25% do PIB nacional. Além do peso na movimentação econômica quanto à produção de riqueza, esses negócios são uma importante fonte de geração de emprego e renda.
 
De acordo com estudo MPE Indicadores – Pequenos Negócios no Brasil, feito pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBPQ), as micro e pequenas empresas brasileiras são responsáveis por 52% dos empregos formais no País, o que representa 40% da massa salarial.
 
Somente entre janeiro e novembro do ano passado, dados levantados pelo Sebrae junto ao CAGED, do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que as MPEs foram responsáveis por 88% dos novos empregos, somando mais de 1 milhão de contratações no período.
 
Apenas em novembro de 2013, os pequenos negócios geraram 91,5 mil vagas, representando um crescimento de 7% em comparação com o mesmo mês de 2012. Enquanto isso, as médias e grandes empresas e a administração pública suprimiram quase 47,5 mil vagas.
 
Ainda no referido período, devido à proximidade com as festas de fim de ano, o setor do comércio liderou as contratações, com 83 mil postos de trabalho, respondendo por mais que o dobro do saldo de empregos e serviços (37,9 mil). A região Sudeste teve o maior número de contratações, com 33,7 mil empregos criados, seguida pelo Sul, com 22,5 mil. O Rio de Janeiro foi o estado que mais abriu vagas em novembro de 2013.
 
E o bom desempenho do segmento também se revela em outro aspecto: na pontualidade do pagamento de dívidas. Um levantamento do Serasa Expresian revela que as MPEs foram mais pontuais no pagamento de suas contas em 2013. De cada mil pagamentos realizados, 957 foram quitados à vista ou com atraso máximo de sete dias – o maior nível de pontualidade desde o início da pesquisa, em 2006. Entre os fatores apontados para essa pontualidade estão a queda da inadimplência dos consumidores ao longo do ano,  a crescente formalização do mercado de trabalho e a profissionalização dos empreendimentos.
 
Baseado em informações do Jornal A Tribuna, de 13 de fevereiro de 2014.
 
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Paulo Dubberstein Main
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